Julho 04, 2006
Há dias que a rotina é a mesma. Há dias que mudou a cena. A sala. Ela na sala, ele na alcova. O sofá e o edredom, o suficiente para o descanso do seu corpo cansado. O despertador. Seis horas, toca, o barulhinho irritante e continuo cessa. O despertar. Calça o chinelo de dedos, afofa o travesseiro, dobra em 3 partes iguais o acolchoado e pronto! A primeira tarefa está cumprida. Ainda há silencio no interior. O gato, o seu leal companheiro, irrompe o seu caminho a latrina. Também pudera! A vasilha de comida está vazia! A água sobre a chaleira, ao fogo está. A garrafa térmica é preparada para receber a substancia e interrompe ao lembrar-se de si. O tempo passa. Está frio lá fora. O longo cabelo escovado, recebe o costumeiro tratamento. Separado em três partes iguais, com as mãos o trança da raiz as pontas. A água ferve. O pó do café com a água quente, fazem o aroma saltar as narinas. O relógio, é o grande vilão da historia. Toma o café, entra no quarto, despe-se, usa as mesmas roupas do dia anterior e leva consigo um violão. Caminha por entre os cômodos. Olha entre a porta aberta do quarto da criança, que se mexe lentamente e sai em direção à porta de entrada, com o cigarro já aceso a boca. Vai a missa.


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