julho 07, 2006

O signo. Unidade principal constitutiva da linguagem humana, representada pela associação entre um significado e um significante, ou seja, entre um conceito e uma imagem acústica.
O mundo de ponta cabeça. Os pés tocam o chão e os cabelos voam. A água que sai da torneira, corre para cima, passa por sobre a boca.
O editor chefe, esbraveja em um novo idioma. Eu não o entendo. Ele exalta-se ainda mais. Em um único gesto, peço que se acalme. A explicação porem, vem a ser mais contundente. Balanço, a cabeça, um sinal.
No outro dia.
É preciso concertar a torneira. A rua não é nada familiar, a não ser o Jeremias, a pedir seus trocados na alameda vinte e cinco. Entre um passo e outro, estou na fortaleza. Estou a adentrar e barrado eu fui. O porteiroinforma: - Seu Amador, o Gringo forassaltado! Reagiu e queimadofoi!
Oras! Essa língua eu entendia! Meu chefe, a sete palmos abaixo da terra!
As flores caem para o céu. Busco a informação num jornal qualquer. Eu não era o dono daquela matéria, não tivera tempo. A rua é a mesma, as pessoas não. Jeremias, suas moedas caem para o alto.
O alto. Para onde vamos?